Ex tenebris lux
Amigas e amigos da Capela da Serra, esta é a liturgia da nossa celebração especial de Natal do próximo domingo. Ela foi cuidadosamente preparada ao longo de todo este semestre pelo Sérgio Marcus Pinto Lopes, a Lisete Espíndola e eu (inclui canções inéditas, compostas especialmente para a ocasião). Será muito bom receber você para celebrar com a gente.
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(Especial de Natal da Capela da Serra)
“Um coração De mel de melão / De sim e de não / É feito um bichinho / No sol de manhã / Novelo de lã / No ventre da mãe / Bate um coração / De Clara, Ana / E quem mais chegar / Água, terra, fogo e ar”
(Joyce & Maurício Maestro)
Ler mais“Pão de luz”
Quando tenho fome,
são as palavras que me alimentam
e é delas que me sacio –
não do que significam,
mas do silêncio que elas fazem.
Igualdade
As cores da natureza são tão diferentes, tão belas.
Sejamos belos como a natureza.
As formas de vida são tão variadas, tão ricas.
Sejamos ricos como a vida.
Os cheiros da terra são tantos, tão fortes, tão suaves.
Sejamos fortes e suaves como a terra.
Ler maisOração e Ação pelas Crianças
Rede Global de Religiões pelas Crianças (GNRC):
DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO E AÇÃO PELAS CRIANÇAS
Ato Inter-religioso, 25 de novembro de 2012
Instituto Criança Cidadã (ICC) — Circo Escola São Remo
Rua Aquianes s/nº esquina com Rua Baltazar rabelo
Comunidade São Remo, Rio Pequeno, São Paulo
A grandeza dos pequenos
E traziam as criancinhas a Jesus para que as acarinhasse, mas os discípulos as enxotavam. Quando viu isso, Jesus ficou furioso e disse: — Deixem que as criancinhas venham a mim e não as impeçam, pois destas e de outras como elas é o Reino de Deus.
Ler maisMultiplicar é dividir
Cinco pães, dois peixes e o coração gentil de uma criancinha solidária… não é preciso muito mais para saciar a multidão que tem fome de pão e sede de justiça.
Ler mais“O capinar é sozinho”
Está escrito lá no Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa: “A colheita é comum, mas o capinar é sozinho…” Muito do que colhemos hoje com abundância é fruto do capinar solitário e árduo de uns poucos sonhadores-poetas-profetas. Gente pequenina, tão pequenina, que acabou por se tornar mais sábia que os sábios (vd. Pv 30.24).
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